A mais pura verdade... As escolhas que fazemos, não as chances que temos, determinam nosso destino.
Gustavo Henrique Frigieri Vilela
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Marie Curie é homenageada pelo Google nesta segunda-feira
DA EFE
O Google homenageia nesta segunda-feira Marie Curie com um "doodle" (nome dado à ilustração que aparece na página de busca), em lembrança aos 144 anos de seu nascimento, no ano escolhido para marcar o centenário do segundo Prêmio Nobel, o de Química, concedido à cientista polonesa.
Reprodução | ||
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A cientista Marie Curie recebeu duas vezes o prêmio Nobel; o de Física em 1903 e o de Química em 1911
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Seus trabalhos sobre a radioatividade ampliaram os conhecimentos da física nuclear. Ela identificou dois novos elementos químicos, o rádio e o polônio, abrindo as portas para uma nova era da medicina com grandes avanços no tratamento de combate ao câncer.
Em 1903, a cientista recebeu o prêmio Nobel de Física ao lado do marido Pierre Curie e Henri Becquerel. Oito anos mais tarde conquistou sozinha o Nobel de Química.
A Google homenageia nesta segunda o legado de Curie com um "doodle" em estilo pontilhista onde a cientista aparece sentada em frente a uma mesa.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Matéria no Estadão
Viemos apresentar nossos trabalhos na FESBE 2011 no Rio, foi muito bom reencontrar colegas de todo o Brasil. Foi publicada uma matéria ontem sobre nosso trabalho, está bem legal.
CLICK AQUI PARA LER A MATÉRIA
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domingo, 17 de julho de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ciência e Tecnologia Perde R$ 1,7 Bi com Corte no Orçamento.
- É uma pena uma notícia desta após todas as conquistas do ex-ministro Sérgio Machado Rezende. Que possamos prosseguir nossas pesquisas mesmo assim.
18/01/2011 - 09h00
O Ministério da Ciência e Tecnologia responderá por cerca de R$ 1 bilhão do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União deste ano.
O número foi definido ontem entre o ministro Aloizio Mercadante e a presidente Dilma Rousseff. O ministério vai perder R$ 610 milhões para investimentos e R$ 353,6 milhões para custeio.
Além disso, a pasta não receberá R$ 713 milhões previstos em emendas parlamentares. Esse montante foi vetado pelo Executivo. Com o valor das emendas, a perda chega a R$ 1,7 bilhão.
O Orçamento aprovado pelo Congresso para a Ciência e Tecnologia foi de R$ 7,4 bilhões. O valor inicial enviado aos congressistas foi de R$ 8,1 bilhões, porque estavam incluídas emendas que, se sancionadas pela presidente, entrariam na rubrica de pagamento obrigatório.
Dilma decidiu vetar essas emendas que, entre todos os ministérios, somavam cerca de R$ 1,1 bilhão.
Com o corte previsto, o Ministério de Ciência e Tecnologia terá Orçamento de cerca de R$ 6,4 bilhões para este ano. Poderá contar comR$ 200 milhões adicionais em emendas parlamentares que o Executivo não passou a tesoura. No ano passado, o Orçamento da pasta foi de R$ 7,8 bilhões.
Dilma conversou nos últimos dias com Mercadante e Nelson Jobim (Defesa) para tratar dos cortes. O Orçamento da Defesa perderá 26,5% das receitas referentes a custeio e investimento.
A ministra Miriam Belchior (Planejamento) anunciará na próxima semana como o governo atingirá a meta de reduzir R$ 50 bilhões das despesas orçamentárias para este ano.
Fonte: Site Folha.com - 18/01/2011
18/01/2011 - 09h00
O Ministério da Ciência e Tecnologia responderá por cerca de R$ 1 bilhão do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União deste ano.
O número foi definido ontem entre o ministro Aloizio Mercadante e a presidente Dilma Rousseff. O ministério vai perder R$ 610 milhões para investimentos e R$ 353,6 milhões para custeio.
Além disso, a pasta não receberá R$ 713 milhões previstos em emendas parlamentares. Esse montante foi vetado pelo Executivo. Com o valor das emendas, a perda chega a R$ 1,7 bilhão.
O Orçamento aprovado pelo Congresso para a Ciência e Tecnologia foi de R$ 7,4 bilhões. O valor inicial enviado aos congressistas foi de R$ 8,1 bilhões, porque estavam incluídas emendas que, se sancionadas pela presidente, entrariam na rubrica de pagamento obrigatório.
Dilma decidiu vetar essas emendas que, entre todos os ministérios, somavam cerca de R$ 1,1 bilhão.
Com o corte previsto, o Ministério de Ciência e Tecnologia terá Orçamento de cerca de R$ 6,4 bilhões para este ano. Poderá contar comR$ 200 milhões adicionais em emendas parlamentares que o Executivo não passou a tesoura. No ano passado, o Orçamento da pasta foi de R$ 7,8 bilhões.
Dilma conversou nos últimos dias com Mercadante e Nelson Jobim (Defesa) para tratar dos cortes. O Orçamento da Defesa perderá 26,5% das receitas referentes a custeio e investimento.
A ministra Miriam Belchior (Planejamento) anunciará na próxima semana como o governo atingirá a meta de reduzir R$ 50 bilhões das despesas orçamentárias para este ano.
Fonte: Site Folha.com - 18/01/2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Aparelho mede pressão do cérebro sem furar o crânio
Matéria bem legal sobre o nosso trabalho que saiu hoje no jornal Folha de São Paulo.
Aparelho mede pressão do cérebro sem furar o crânio
GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO
Uma nova técnica para medir a pressão interna do crânio foi desenvolvida por pesquisadores da USP.
O método não requer a perfuração do crânio e é mais barato do que o usado hoje.
A tecnologia, criada por uma equipe da USP de São Carlos, já foi testada em oito pacientes do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.
O monitoramento é necessário quando há suspeita de aumento da pressão do crânio, como em derrames, tumores cerebrais, traumatismos e hidrocefalia.
No método tradicional, os médicos perfuram a calota craniana para medir a alteração da pressão com um sensor, o que pode causar infecções pelo contato entre o cérebro e o meio externo.
Com a nova técnica, é feita uma incisão no couro cabeludo e um sensor é colado no crânio, sem perfurar o osso.
"É muito difícil haver infecção e, se houver, será na pele e de fácil tratamento", diz o farmacêutico-bioquímico Gustavo Frigieri, que fez os testes com o equipamento em sua tese de doutorado.
"O corte na cabeça pode ser feito em ambulância, ambulatório e não precisa nem de centro cirúrgico."
Segundo o físico Sérgio Mascarenhas Oliveira, coordenador do grupo que desenvolveu a tecnologia, a técnica pode beneficiar centenas de milhares de pessoas.
"O número de traumas é muito grande, sobretudo no trânsito", diz.
Para medir a pressão sem furar o osso, a equipe de Mascarenhas usou um sensor que mede a deformação de materiais na engenharia.
O equipamento foi adaptado para o uso em seres humanos e mede a pressão pela dilatação do crânio. "Quanto maior a pressão, maior a dilatação", diz Frigieri.
O equipamento da USP é mais barato do que o utilizado hoje: o sensor custa R$ 400 e o monitor, R$ 5.000.
Já o método tradicional usa equipamentos importados. Segundo Frigieri, o monitor custa cerca de R$ 50 mil e um sensor descartável, pelo menos R$ 1.500.
Além disso, a nova tecnologia não requer uma equipe de cirurgiões; basta um médico que faça o corte na pele e que seja treinado a operar a máquina.
Os pesquisadores esperam que, com o baixo custo, a tecnologia possa ser oferecida no Sistema Único de Saúde, que não cobre os gastos do monitoramento tradicional, usado só na rede privada e em hospitais universitários, segundo o pesquisador.
Para José Marcus Rotta, presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, a técnica traz avanços.
Segundo ele, o aparelho pode adiantar o trabalho se o paciente tiver sofrido traumatismo longe do hospital.
"Seria fantástico usá-la numa ambulância, já que não se pode fazer a perfuração do paciente na rua."
Mas ele lembra que, em alguns casos, a perfuração do crânio é feita não só para monitorar a pressão mas também para tratar o problema. Além disso, o médico diz que mais testes são necessários.
Os pesquisadores da USP esperam atingir a marca de 30 pacientes monitorados com o novo equipamento e registrá-lo na Anvisa até o final do ano para iniciar sua comercialização.
Aparelho mede pressão do cérebro sem furar o crânio
GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO
Uma nova técnica para medir a pressão interna do crânio foi desenvolvida por pesquisadores da USP.
O método não requer a perfuração do crânio e é mais barato do que o usado hoje.
A tecnologia, criada por uma equipe da USP de São Carlos, já foi testada em oito pacientes do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.
O monitoramento é necessário quando há suspeita de aumento da pressão do crânio, como em derrames, tumores cerebrais, traumatismos e hidrocefalia.
No método tradicional, os médicos perfuram a calota craniana para medir a alteração da pressão com um sensor, o que pode causar infecções pelo contato entre o cérebro e o meio externo.
Com a nova técnica, é feita uma incisão no couro cabeludo e um sensor é colado no crânio, sem perfurar o osso.
"É muito difícil haver infecção e, se houver, será na pele e de fácil tratamento", diz o farmacêutico-bioquímico Gustavo Frigieri, que fez os testes com o equipamento em sua tese de doutorado.
"O corte na cabeça pode ser feito em ambulância, ambulatório e não precisa nem de centro cirúrgico."
Segundo o físico Sérgio Mascarenhas Oliveira, coordenador do grupo que desenvolveu a tecnologia, a técnica pode beneficiar centenas de milhares de pessoas.
"O número de traumas é muito grande, sobretudo no trânsito", diz.
Para medir a pressão sem furar o osso, a equipe de Mascarenhas usou um sensor que mede a deformação de materiais na engenharia.
O equipamento foi adaptado para o uso em seres humanos e mede a pressão pela dilatação do crânio. "Quanto maior a pressão, maior a dilatação", diz Frigieri.
O equipamento da USP é mais barato do que o utilizado hoje: o sensor custa R$ 400 e o monitor, R$ 5.000.
Já o método tradicional usa equipamentos importados. Segundo Frigieri, o monitor custa cerca de R$ 50 mil e um sensor descartável, pelo menos R$ 1.500.
Além disso, a nova tecnologia não requer uma equipe de cirurgiões; basta um médico que faça o corte na pele e que seja treinado a operar a máquina.
Os pesquisadores esperam que, com o baixo custo, a tecnologia possa ser oferecida no Sistema Único de Saúde, que não cobre os gastos do monitoramento tradicional, usado só na rede privada e em hospitais universitários, segundo o pesquisador.
Para José Marcus Rotta, presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, a técnica traz avanços.
Segundo ele, o aparelho pode adiantar o trabalho se o paciente tiver sofrido traumatismo longe do hospital.
"Seria fantástico usá-la numa ambulância, já que não se pode fazer a perfuração do paciente na rua."
Mas ele lembra que, em alguns casos, a perfuração do crânio é feita não só para monitorar a pressão mas também para tratar o problema. Além disso, o médico diz que mais testes são necessários.
Os pesquisadores da USP esperam atingir a marca de 30 pacientes monitorados com o novo equipamento e registrá-lo na Anvisa até o final do ano para iniciar sua comercialização.
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