O CNPq acaba de anunciar um aumento de 2 mil novas de mestrado e doutorado com vigência a partir de março de 2011. A medida representa um incremento de cerca de 10% no número de bolsas nessas modalidades, já que, atualmente, 19.765 estudantes são beneficiados. No total, o CNPq concede mais de 93 mil bolsas em várias modalidades, apoiando desde jovens pesquisadores com bolsas de Iniciação Científica até pesquisadores altamente qualificados, com a modalidade Produtividade em Pesquisa.
As novas bolsas serão concedidas aos cursos em forma de cotas. Vários critérios foram estabelecidos pelo CNPq para a distribuição das cotas, como o conceito do curso junto à Capes, o desenvolvimento de atividades em consonância com as diretrizes do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI), número de alunos sem bolsa e sem vínculo empregatício e localização regional. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão um mínimo de cotas garantidas, como parte de uma política governamental de diminuir as desigualdades regionais em ciência e tecnologia.
Os alunos interessados devem solicitar as bolsas dessas modalidades diretamente nas coordenações dos cursos em suas instituições, não ao CNPq. A duração da bolsa de Mestrado é de até 24 meses e a de Doutorado até 48 meses, improrrogáveis.
Alguns requisitos são exigidos dos candidatos à bolsa, como estar regularmente matriculado no curso de pós-graduação beneficiário de bolsas, dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de pesquisa, não ser aposentado e não receber remuneração proveniente de vínculo empregatício ou funcional, concomitante com a bolsa do CNPq, exceto quando exercer atividades relacionadas a ensino e pesquisa.
Mais informações sobre bolsas em http://www.cnpq.br/normas/rn_06_017_anexo4.htm
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Assessoria de Comunicação Social do CNPq
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Diminuição da biodiversidade afeta diretamente os humanos

A perda de espécies facilita e aumenta a transmissão de patógenos
por John Platt
Muitas vezes as pessoas perguntam: "Por que deveria me importar se uma espécie se extingue? Não é essencial para minha vida diária, não é?"
Bem, de acordo com nova pesquisa publicada em 2 de dezembro na revista Nature, a resposta é “SIM”, a biodiversidade saudável é essencial para o bem-estar humano. Quando espécies desaparecem, doenças infecciosas surgem em seres humanos e em todo o reino animal; assim, extinções afetam diretamente nossa saúde e chances de sobrevivência como espécie.
"A perda da biodiversidade aumenta a transmissão de patógenos através de uma ampla gama de sistemas de doenças infecciosas", explica a ecóloga Felicia Keesing do Bard College.
O aumento das doenças e outros patógenos parece ocorrer quando as chamadas “espécies-tampão” desaparecem. O coautor Richard Ostfeld do Instituto Cary de Estudos do Ecossistema aponta para o crescente número de casos da doença de Lyme nos seres humanos como um exemplo de como isso ocorre. Os gambás nos Estados Unidos estão em baixa por causa da fragmentação de hábitats florestais. Os marsupiais são hospedeiros do patógeno que causa a doença de Lyme e também podem se defender melhor dos carrapatos de patas negras que carregam a a doença aos seres humanos. Eliminado o hospedeiro natural, os carrapatos procuram novos, tais como os seres humanos.
Pesquisadores que estudam esse tipo de degradação ambiental descobriram que doenças se tornaram mais prevalentes durante o tempo em que diminuiu a biodiversidade local. Um dos casos por eles estudados revelou que o aumento do vírus do Nilo Ocidental nos Estados Unidos corresponde à diminuição da densidade das populações de aves.
Os pesquisadores também concluíram que os seres humanos e a vida selvagem realmente não devem interagir. O contato direto com animais selvagens, digamos, sob a forma do comércio ilegal da carne ou como “pets”, pode causar doenças desconhecidas em humanos.
"Preservar grandes áreas intactas e minimizar o contato com animais selvagens seria um grande passo do caminho para reduzir novas contaminações", conclui Keesing.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Instituto de Física de São Carlos (IFSC) desenvolverá pesquisa de ponta com a França.
Dos 12 projetos eleitos dos campi da USP, 25% pertencem ao IFSC
As pesquisas desenvolvidas pelos docentes do IFSC abordam diferentes temas, que se encontram na fronteira do conhecimento e possuem importância significativa, tanto no meio acadêmico, como também no cotidiano daqueles não inseridos nesse meio. Os resultados, no entanto, têm chamado atenção da comunidade científica internacional, inclusive para realização de parcerias.
No início de dezembro, foi divulgado o resultado de mais um programa de cooperação internacional, entre a Universidade de São Paulo (USP) e o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o COFECUB, onde dos 33 projetos de pesquisa inscritos no programa, 30 foram considerados elegíveis, porém somente 10 foram selecionados, com financiamento para dois anos. Entre os 10 projetos, o IFSC teve dois aprovados para o biênio 2011/2012. Além disso, quatro projetos concorreram à renovação, sendo dois aprovados, um deles, novamente, do IFSC.
Uma prévia sobre os projetos vencedores do IFSC
O professor, Tito José Bonagamba, inscreveu seu projeto relacionado à confecção de novos eletrólitos, utilizados nas baterias de carros elétricos. “No contexto da mobilização mundial, dedicado à redução do consumo de combustíveis fósseis, o desenvolvimento de veículos elétricos tem-se mostrado uma boa alternativa. Portanto, muita atenção tem sido dada à confecção de baterias mais eficientes em termos de autonomia, segurança, vida útil e custos, de modo que os esforços estão direcionados ao desenvolvimento de eletrodos e eletrólitos mais eficientes”, explica.
Philippe Wilhelm Courteille, em seus estudos sobre “Espalhamento de luz por nuvens atômicos frios”, pretende analisar a interação da luz com a matéria, transmitindo seus impulsos aos átomos. “A luz, na realidade, não está espalhada em um único átomo, mas em vários. Por exemplo, quando a luz do sol atravessa um vidro, esse é um efeito coletivo e não individual, como se achava”, explica. “Isso muda nosso entendimento de como a luz interage com a matéria no dia-a-dia”.
O projeto já é desenvolvido pelo professor há dez anos, em parceria com pesquisadores europeus. “Cada um de nós possui uma especificidade, que se complementam para o desenvolvimento dos estudos”, conclui Philippe.
Já no caso do professor, José Eduardo Martinho Hornos, que teve seu projeto renovado, a área de pesquisa tem envolvimento com a biologia. “No século passado, pesquisadores dedicaram-se ao estudo do DNA. Agora, a preocupação gira em torno de como as informações do DNA são processadas pelos organismos vivos”, diz. “Aqui no Instituto, estudamos as imprecisões que ocorrem na execução dos processos gênicos, chamadas de flutuações, que são as responsáveis diretas pela evolução humana”.
Para o professor, o intercâmbio tem grande importância, uma vez que, na França, há um grupo de biólogos experimentais. “Há a cooperação em nível teórico, que nos diz respeito, enquanto eles colaboram em nível experimental e essa troca é que dá viabilidade ao projeto”, esclarece Hornos.
Sobre o COFECUB
Entre as diversas parcerias firmadas entre a Universidade de São Paulo (USP), com vistas ao desenvolvimento e incentivo à pesquisa, insere-se o Programa USP/COFECUB, parceria entre a USP e o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o último mantido pelo Ministério das Relações Exteriores e da Educação do governo da França. Na USP, o programa é executado pela Pró-Reitorias de Pesquisa e de Pós-Graduação, em conjunto com a Comissão de Cooperação Internacional.
Através do intercâmbio que envolve tanto pesquisadores, como alunos de pós-graduação, o programa tem como objetivo a troca de informações e dados entre a comunidade científica dos dois países, concedendo recursos para a vinda de missões francesas no Brasil e vice-versa, nisso incluindo-se envio/recebimento de docentes e alunos, disponibilizando verbas para passagens de avião, diárias em hotéis, o que facilita o intercâmbio acadêmico entre os dois países.
Assessoria de Comunicação do IFSC
Data: 10/12/2010
As pesquisas desenvolvidas pelos docentes do IFSC abordam diferentes temas, que se encontram na fronteira do conhecimento e possuem importância significativa, tanto no meio acadêmico, como também no cotidiano daqueles não inseridos nesse meio. Os resultados, no entanto, têm chamado atenção da comunidade científica internacional, inclusive para realização de parcerias.
No início de dezembro, foi divulgado o resultado de mais um programa de cooperação internacional, entre a Universidade de São Paulo (USP) e o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o COFECUB, onde dos 33 projetos de pesquisa inscritos no programa, 30 foram considerados elegíveis, porém somente 10 foram selecionados, com financiamento para dois anos. Entre os 10 projetos, o IFSC teve dois aprovados para o biênio 2011/2012. Além disso, quatro projetos concorreram à renovação, sendo dois aprovados, um deles, novamente, do IFSC.
Uma prévia sobre os projetos vencedores do IFSC
O professor, Tito José Bonagamba, inscreveu seu projeto relacionado à confecção de novos eletrólitos, utilizados nas baterias de carros elétricos. “No contexto da mobilização mundial, dedicado à redução do consumo de combustíveis fósseis, o desenvolvimento de veículos elétricos tem-se mostrado uma boa alternativa. Portanto, muita atenção tem sido dada à confecção de baterias mais eficientes em termos de autonomia, segurança, vida útil e custos, de modo que os esforços estão direcionados ao desenvolvimento de eletrodos e eletrólitos mais eficientes”, explica.
Philippe Wilhelm Courteille, em seus estudos sobre “Espalhamento de luz por nuvens atômicos frios”, pretende analisar a interação da luz com a matéria, transmitindo seus impulsos aos átomos. “A luz, na realidade, não está espalhada em um único átomo, mas em vários. Por exemplo, quando a luz do sol atravessa um vidro, esse é um efeito coletivo e não individual, como se achava”, explica. “Isso muda nosso entendimento de como a luz interage com a matéria no dia-a-dia”.
O projeto já é desenvolvido pelo professor há dez anos, em parceria com pesquisadores europeus. “Cada um de nós possui uma especificidade, que se complementam para o desenvolvimento dos estudos”, conclui Philippe.
Já no caso do professor, José Eduardo Martinho Hornos, que teve seu projeto renovado, a área de pesquisa tem envolvimento com a biologia. “No século passado, pesquisadores dedicaram-se ao estudo do DNA. Agora, a preocupação gira em torno de como as informações do DNA são processadas pelos organismos vivos”, diz. “Aqui no Instituto, estudamos as imprecisões que ocorrem na execução dos processos gênicos, chamadas de flutuações, que são as responsáveis diretas pela evolução humana”.
Para o professor, o intercâmbio tem grande importância, uma vez que, na França, há um grupo de biólogos experimentais. “Há a cooperação em nível teórico, que nos diz respeito, enquanto eles colaboram em nível experimental e essa troca é que dá viabilidade ao projeto”, esclarece Hornos.
Sobre o COFECUB
Entre as diversas parcerias firmadas entre a Universidade de São Paulo (USP), com vistas ao desenvolvimento e incentivo à pesquisa, insere-se o Programa USP/COFECUB, parceria entre a USP e o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o último mantido pelo Ministério das Relações Exteriores e da Educação do governo da França. Na USP, o programa é executado pela Pró-Reitorias de Pesquisa e de Pós-Graduação, em conjunto com a Comissão de Cooperação Internacional.
Através do intercâmbio que envolve tanto pesquisadores, como alunos de pós-graduação, o programa tem como objetivo a troca de informações e dados entre a comunidade científica dos dois países, concedendo recursos para a vinda de missões francesas no Brasil e vice-versa, nisso incluindo-se envio/recebimento de docentes e alunos, disponibilizando verbas para passagens de avião, diárias em hotéis, o que facilita o intercâmbio acadêmico entre os dois países.
Assessoria de Comunicação do IFSC
Data: 10/12/2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Norte-americanos criam camundongo a partir de dois machos
da France Presse
Uma técnica que pode ajudar a recriar espécies ameaçadas de extinção ou garantir a reprodução de descendentes por casais do mesmo sexo está em desenvolvimento nos Estados Unidos.
A pesquisa, publicada no jornal "Biology of Reproduction" nesta quarta-feira, mostra como cientistas do Texas manipularam células de um feto de camundongo macho (XY) para reproduzir uma cadeira de células-tronco pluripotentes.
Polivantes e capazes de se transformar em outros tecidos, as pluripotentes são vistas como uma alternativa ao uso das células-tronco embrionárias, cuja extração gera polêmica.
O estudo, contudo, alerta para o fato de que a técnica ainda tem um longo caminho a percorrer para ser aplicada em seres humanos.
"A geração de células-tronoco pluripotentes ainda requer um refinamento significativo para uso de propósitos terapêuticos", menciona o texto.
Pesquisas anteriores já encontraram meios de criar camundongos sem qualquer progenitor, assim como a partir de duas mães.
Leia reportagem na editoria de Ciência da Folha desta sexta-feira.
Uma técnica que pode ajudar a recriar espécies ameaçadas de extinção ou garantir a reprodução de descendentes por casais do mesmo sexo está em desenvolvimento nos Estados Unidos.
A pesquisa, publicada no jornal "Biology of Reproduction" nesta quarta-feira, mostra como cientistas do Texas manipularam células de um feto de camundongo macho (XY) para reproduzir uma cadeira de células-tronco pluripotentes.
Polivantes e capazes de se transformar em outros tecidos, as pluripotentes são vistas como uma alternativa ao uso das células-tronco embrionárias, cuja extração gera polêmica.
O estudo, contudo, alerta para o fato de que a técnica ainda tem um longo caminho a percorrer para ser aplicada em seres humanos.
"A geração de células-tronoco pluripotentes ainda requer um refinamento significativo para uso de propósitos terapêuticos", menciona o texto.
Pesquisas anteriores já encontraram meios de criar camundongos sem qualquer progenitor, assim como a partir de duas mães.
Leia reportagem na editoria de Ciência da Folha desta sexta-feira.
Anatel decide incluir mais um dígito em números de celulares de SP
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA
A diretoria colegiada da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu nesta quinta-feira, em reunião, incluir um dígito a mais nas linhas de telefones celular como forma de resolver a escassez nos números em São Paulo.
Atualmente, todos os celulares do país têm oito dígitos. Com a mudança, os númeroe de celulares de São Paulo terão nove dígitos.
Assim, a Anatel descartou implementar um novo código de área em São Paulo, o 10, como foi cogitado, que dividirIa espaço com o 11.
O prazo para as operadoras implementarem a medida será de 180 dias. A intenção é estender a iniciativa para o restante do país
Enquanto a medida não for adotada, A Anatel autorizou o compartilhamento de números com a telefonia fixa. Ou seja, alguns números de celulares poderão começar com 5 --que até hoje era específico da telefonia fixa.
A Anatel, que planejava criar um novo código, optou por essa solução ao considerar que a alternativa poderá ser aplicada em todo o Brasil, resolvendo problemas futuros em outros Estados. Acrescentando o nono dígito, a agência aumenta a possibilidade de novas linhas em 370 milhões para o Brasil inteiro.
DE BRASÍLIA
A diretoria colegiada da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu nesta quinta-feira, em reunião, incluir um dígito a mais nas linhas de telefones celular como forma de resolver a escassez nos números em São Paulo.
Atualmente, todos os celulares do país têm oito dígitos. Com a mudança, os númeroe de celulares de São Paulo terão nove dígitos.
Assim, a Anatel descartou implementar um novo código de área em São Paulo, o 10, como foi cogitado, que dividirIa espaço com o 11.
O prazo para as operadoras implementarem a medida será de 180 dias. A intenção é estender a iniciativa para o restante do país
Enquanto a medida não for adotada, A Anatel autorizou o compartilhamento de números com a telefonia fixa. Ou seja, alguns números de celulares poderão começar com 5 --que até hoje era específico da telefonia fixa.
A Anatel, que planejava criar um novo código, optou por essa solução ao considerar que a alternativa poderá ser aplicada em todo o Brasil, resolvendo problemas futuros em outros Estados. Acrescentando o nono dígito, a agência aumenta a possibilidade de novas linhas em 370 milhões para o Brasil inteiro.
WikiLeaks supporters attack Web sites of MasterCard and other opponents
By Larry Greenemeier | Wednesday, December 8, 2010 | 10
wikileaks, internet, security, hackDespite the incarceration of founder Julian Assange, WikiLeaks is not going away quietly. In fact, Web-savvy supporters of the online whistle-blowing operation have gone on the offensive, launching cyber attacks against Web sites of some of the organizations and people perceived to have wronged Assange and his operation.
Mastercard, which earlier this week announced it would not enable payments to WikiLeaks via its credit-card processing systems, has had its Web site rendered inaccessible several times in the past day. Visa made a similar announcement, and its Web site was likewise down Wednesday afternoon. PayPal, which ended its affiliation with WikiLeaks, was up and running as of post time, but cyber security firm PandaLabs reports that ThePayPalBlog.com has experienced 77 interruptions equaling a total downtime of more than eight hours in the past 24 hours.
Attacks on sites connected to WikiLeaks opponents or critics (not counting MasterCard or Visa) have created 256 interruptions of service and a total of 94 hours of downtime in the past day, according to PandaLabs. Other sites recently downed by cyber attacks, according to PandaLabs, include those run by Sen. Joseph Lieberman (outspoken in condemning WikiLeaks's "cablegate" campaign), Sarah Palin (who likened Assange to a terrorist) and Claes Borgstrom (the lawyer representing the two girls who claim Assange sexually assaulted them this the summer). Assange is currently jailed in England and has been denied bail.
A movement calling itself Operation: Payback, a campaign headed by an anonymous group "against major anti-piracy and anti-freedom entities," is taking credit for much of the digital mayhem. Ironically, the Web site anonops.net, which is linked to Operation: Payback's Twitter page, was likewise inaccessible Wednesday afternoon. Operation: Payback has made a name for itself in recent months by launching cyber attacks against organizations opposed to intellectual property piracy, including the Motion Picture Association of America (MPAA) and the Recording Industry Association of America (RIAA). They now obviously have a new cause.
The most recent attacks against organizations opposed to or distancing themselves from WikiLeaks follow last week's attacks against WikiLeaks's own Web site. One attacker took down the site for a 28-hour period on November 30 and December 1, according to PandaLabs security analyst Sean-Paul Correll.
The weapon of choice in these cyber salvos is the distributed denial-of-service attack (DDOS), in which computers are programmed to flood Internet servers for sites with requests for data to the extent that those servers cannot function. These computers are often enlisted by malicious hackers without the knowledge of the computers' owners.
wikileaks, internet, security, hackDespite the incarceration of founder Julian Assange, WikiLeaks is not going away quietly. In fact, Web-savvy supporters of the online whistle-blowing operation have gone on the offensive, launching cyber attacks against Web sites of some of the organizations and people perceived to have wronged Assange and his operation.
Mastercard, which earlier this week announced it would not enable payments to WikiLeaks via its credit-card processing systems, has had its Web site rendered inaccessible several times in the past day. Visa made a similar announcement, and its Web site was likewise down Wednesday afternoon. PayPal, which ended its affiliation with WikiLeaks, was up and running as of post time, but cyber security firm PandaLabs reports that ThePayPalBlog.com has experienced 77 interruptions equaling a total downtime of more than eight hours in the past 24 hours.
Attacks on sites connected to WikiLeaks opponents or critics (not counting MasterCard or Visa) have created 256 interruptions of service and a total of 94 hours of downtime in the past day, according to PandaLabs. Other sites recently downed by cyber attacks, according to PandaLabs, include those run by Sen. Joseph Lieberman (outspoken in condemning WikiLeaks's "cablegate" campaign), Sarah Palin (who likened Assange to a terrorist) and Claes Borgstrom (the lawyer representing the two girls who claim Assange sexually assaulted them this the summer). Assange is currently jailed in England and has been denied bail.
A movement calling itself Operation: Payback, a campaign headed by an anonymous group "against major anti-piracy and anti-freedom entities," is taking credit for much of the digital mayhem. Ironically, the Web site anonops.net, which is linked to Operation: Payback's Twitter page, was likewise inaccessible Wednesday afternoon. Operation: Payback has made a name for itself in recent months by launching cyber attacks against organizations opposed to intellectual property piracy, including the Motion Picture Association of America (MPAA) and the Recording Industry Association of America (RIAA). They now obviously have a new cause.
The most recent attacks against organizations opposed to or distancing themselves from WikiLeaks follow last week's attacks against WikiLeaks's own Web site. One attacker took down the site for a 28-hour period on November 30 and December 1, according to PandaLabs security analyst Sean-Paul Correll.
The weapon of choice in these cyber salvos is the distributed denial-of-service attack (DDOS), in which computers are programmed to flood Internet servers for sites with requests for data to the extent that those servers cannot function. These computers are often enlisted by malicious hackers without the knowledge of the computers' owners.
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